terça-feira, 9 de janeiro de 2007

Fendas... de Tempo!

[Cabo Carvoeiro, 2006, FF]
"Mas eu não quero o presente, quero a realidade;
Quero as cousas que existem, não o tempo que as mede."

Alberto Caeiro


6 comentários:

Cláudio disse...

A equivalência entre fendas de tempo e a rocha erodida. Tempo e objecto real ("cousa") em intersecção. Impossível fugir ao tempo, ele mede-nos mesmo quando tentamos pousar os olhos no horizonte: sabemos que lá ao fundo a terra se encontra girando e que a noite acabará por chegar.

Um beijinho.

tatoia disse...

é sempre bom visitar-te! :)

Teresa Durães disse...

Alberto Caeiro, o eterno filósofo que sabe o que diz!

O tempo de nada fala, é uma medida e não nos conta nada. A realidade é difícil de se alcançar. Sejalá o que for

linda fotografia

boa tarde!

Maria P. disse...

Cabo Carvoeiro, lindo! Tardes que me "perdi" nesse sítio, Tempo sem encontrar a realidade...


Beijinho:)

.*.Magia.*. disse...

Também quero ir ao Cabo Carvoeiro e também quero a realidade longe do tempo contado!
Resumido...
É urgente sonhar acordada!

Liga aí o despertador!

greentea disse...

linda foto - conheço esta fenda e o cabo e as berlengas , lá mesmo não de longe...