Mostrar mensagens com a etiqueta Céu. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Céu. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Eu não sei.. Tanto, sobre tanta coisa

[México, Março de 2007, FF]
O silêncio, deixa-me ileso
E que importância tem?
Se assim, tu vês em mim
Alguém melhor que alguém
Sei que minto, pois o que sinto
Não é diferente de ti
Não cedo, este segredo
É frágil e é meu
Eu não sei...Tanto, sobre tanta coisa
Que às vezes tenho medo
De dizer aquelas coisas
Que fazem chorar
Quem te disse, coisas tristes
Não era igual a mim
Sim, eu sei, que choro
Mas eu posso, querer diferente para ti
Eu não sei...Tanto, sobre tanta coisa
Que às vezes tenho medo
De dizer aquelas coisas
Que fazem chorar
E não me perguntes nada
Eu não sei dizer...
Silence 4

domingo, 4 de março de 2007

Surpresa

[Algures no Oeste, 2006, FF]

"Tudo é tão casual. Somos tanto a invenção de nós em cada momento. Tudo é tão em nós uma fortuita conjugação de astros. Somos tão surpresa para nós próprios. Para a coragem ou o amor ou a verdade ou mesmo a inteligência. Ou o simples estar vivo."

Vergílio Ferreira, in 'Pensar'

quinta-feira, 1 de março de 2007

Invenções

[Algures no Oeste, Último entardecer de Fevereiro de 2007, FF]

"Não devemos ter medo de inventar seja o que for.

Tudo o que existe em nós existe também na natureza,

pois fazemos parte dela."

Pablo Picasso


sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

Estes Tons são para vós... Desassossegados!




[Montejunto, 2006, FF]
"Nunca consegui fazer coincidir aquilo que eu supunha ser a verdade
com aquilo que me ajudava a viver."
Jean Grenier


sexta-feira, 15 de dezembro de 2006

Expressão

[Algures no Oeste, Dezembro de 2006, FF]
"Não é novidade que muitos dos nossos problemas decorrem
de dificuldades de comunicação.
Não tanto de expressão, mas sobretudo de compreensão.
E os egocêntricos são verdadeiros manipuladores na arte de ouvir
apenas o que lhes convém,
de evitar qualquer conversa que os leve a sair de si
e a partilhar sentimentos alheios."
Claúdia Freitas in Revista Xis Público

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

A decisão tem cor de Fogo





[Algures no Oeste, 6 de Dezembro de 2006, FF]

"As acções mais decisivas das nossas vidas

são muitas vezes acções inconsideradas."

André Gide


segunda-feira, 4 de dezembro de 2006

Miocárdio Pedido XIV - Poeta Vagabundo







[Último pôr-do-Sol de Novembro, Algures no Oeste, FF]
"(suspiro) tenho de prar de te mostrar quem sou...
por isso vou descansar hoje no meu leito
no qual posso ser imortal
e não!
desta vez não vou apagra estes sentimentos
vou deixá-los aqui para saberem que não sou normal..."
Poeta Vagabundo - 27 de Novembro
Nevoeiro Vagabundo - pensamentos_vagabundos
Batimentos cardíacos ao som do silêncio do nevoeiro

terça-feira, 28 de novembro de 2006

Miocárdio Pedido XIII - Miudaaa







[Algures no Céu do Oeste, 24 de Novembro de 2006, FF]
"Ao longo da nossa vida procuramos cegamente a felicidade... esquecendo-nos por vezes daqueles pequenos momentos que marcam de certo modo a nossa existência para todo o sempre.Perdemos os melhores momentos da nossa vida por entre a banalidade quotidiana que não nos faz mais ou menos feliz, que nada muda e que nada melhora...é como um passar o tempo sem tirar proveito dele.Não deixamos sequer tempo para o sonho fluir nos nossos pensamentos e simplesmente deixamo-nos levar pelo tempo esgotado sem desejar nada para o nosso futuro, ou seja, sem sonhar com o que gostávamos de construir e com aquilo que gostávamos de ser...

Hoje Agarrei o dia e TU? "
Miudaaa 27 de Julho de 2006

Miudaaa que agarres este e todos os outros dias.

E que o teu Balão de ar quente.. seja o teu sorriso.

A tua força. O teu oxigénio.

Um abraço grande para ti :-)

Miudaaa

Batimentos Cardíacos ao som de Caetano Veloso - Sozinho

quarta-feira, 15 de novembro de 2006

Miocárdio Pedido IX - As velas ardem até ao fim








[Nascer do Sol - Serra de Montejunto, Agosto de 2006, FF]


"E há qualquer coisa a nascer bem dentro do fundo de mim.
E há uma força a vencer... qualquer outro fim....
É que hoje parece bastar um pouco de Céu."
Mafalda Veiga

Sinto que andas em época de viragem.. de novos céus!

Para ti Velinhas este Céu.

As velas ardem até ao fim

Batimentos Cardíacos ao som de Mafalda Veiga - Um pouco de Céu

segunda-feira, 13 de novembro de 2006

Até ao fim... (reticências)

[Algures entre o Bombarral e o Cadaval, Novembro de 2006, FF]

Eu decido correr a uma provável desilusão: e uma manhã recebo na alma mais uma vergastada - prova real dessa desilusão. Era o momento de recuar. Mas eu não recuo. Sei já, positivamente sei, que só há ruínas no termo do beco, e continuo a correr para ele até que os braços se me partem de encontro ao muro espesso do beco sem saída. E você não imagina, meu querido Fernando, aonde me tem conduzido esta maneira de ser!... Há na minha vida um bem lamentável episódio que só se explica assim. Aqueles que o conhecem, no momento em que o vivi, chamaram-lhe loucura e disparate inexplicável. Mas não era, não era. É que eu, se começo a beber um copo de fel, hei-de forçosamente bebê-lo até ao fim. Porque - coisa estranha! - sofro menos esgotando-o até à última gota, do que lançando-o apenas encetado. Eu sou daqueles que vão até ao fim. Esta impossibilidade de renúncia, eu acho-a bela artisticamente, hei-de mesmo tratá-la num dos meus contos, mas na vida é uma triste coisa. Os actos da minha existência íntima, um deles quase trágico, são resultantes directos desse triste fardo.
E, coisas que parecem inexplicáveis, explicam-se assim.
Mas ninguém as compreende.
Ou tão raros...
Mário de Sá-Carneiro, in "Cartas a Fernando Pessoa"

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

Miocárdio Pedido VII - Louco de Lisboa






[Foz de Arelho - 8 de Novembro de 2006 - FF]

" Às vezes não tenho tanto a certeza de quem tem o direito de dizer quando um homem é louco e quando não é. Às vezes penso que não há ninguém completamente louco tal como não há ninguém completamente são até a opinião geral o considerar assim ou assado. É como se não fosse tanto o que um tipo faz, mas o modo como a maioria das pessoas o encara quando o faz. "

William Faulkner, in 'Na Minha Morte'

Senti que andavas a precisar de um passeio.

Um passeio com cheiro a Sal.

Com o tacto das pedras da calçada.

E as rugas de uma memória.

Para ti Louco da Capital :)


Batimentos Cardíacos ao som de Linkin Park - Piano Instrumentals - In the end
P.S.: Sei que gostas desta música mas, resolvi colocar sem voz... que cantes tu nesse passeio.

domingo, 5 de novembro de 2006

Miocárdio Pedido V - Magia







[Algures no Oeste, 4 de Novembro de 2006, FF]

"Tornei-me uma figura de livro, uma vida lida. O que sinto é (sem que eu queira) sentido para se escrever que se sentiu. O que penso está logo em palavras, misturado com imagens que o desfazem, aberto em ritmos que são outra coisa qualquer. De tanto recompor-me destruí-me. De tanto pensar-me, sou já meus pensamentos mas não eu. Sondei-me e deixei cair a sonda; vivo a pensar se sou fundo ou não, sem outra sonda agora senão o olhar que me mostra, claro a negro no espelho do poço alto, meu próprio rosto que me contempla contemplá-lo. "

Fernando Pessoa, in 'Livro do Desassossego'

Para ti Magia(zeca) de meia tigela...

as cores do fogo,

o entardecer de um pensamento,

o vento de um sussurrar...

a cumplicidade do algodão.


.*.Magia.*. - ... MAGIA, PALAVRAS E OUTRAS COISAS...

Batimentos Cardíacos ao som de Reamonn - Out Of Reach

quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Busca






[Praia da Areia Branca - Lourinhã, 2 de Novembro de 2006, FF]
"Por vezes à noite há um rosto
Que nos olha do fundo de um espelho
E a arte deve ser como esse espelho
Que nos mostra o nosso próprio rosto."
Jorge Borges
Batimentos Cardíacos ao som de David Fonseca & Ana Rita - Hold Still