quarta-feira, 8 de julho de 2009
sábado, 4 de julho de 2009
Desconhecido
eternamente desconhecidas na sua profundeza,
e sim querer sabê-las;
um desejo inextinguível, e não uma posse."
Gregório Maranón
quinta-feira, 2 de julho de 2009
terça-feira, 30 de junho de 2009
Porto by day
Clicares para a Putty Cat http://oladobdalua.blogspot.com/
Porque eu não me esqueci que estiveste lá e não me deste um abraço ;)
Para ti o teu e já meu Porto.
domingo, 28 de junho de 2009
Porto by night
Passei os olhos pelo jornal
Tomei un golo do meu café
E num gesto decidido pus-me de pé
Não tinha pressa nenhuma
Ninguém ficava a minha espera
Deixei na mesa algum trocado
E arrumei a cadeira
Saí então para rua
E fui para casa de autocarro
Desci na primeira paragem
Para acender mais um cigarro
Falei com toda a gente
Ouvi vários testemunhos
Tomei os meus apontamentos
E escrevi uns gatafunhos
Horas mais tardes, passeios
Vão-se despindo de gente
E uma luz pálida e serena
Deixa a cidade doente
Caí finalmente a noite
E um silêncio sem fim
Pouso a cabeça no travesseiro
A Lua olha por mim.
sábado, 27 de junho de 2009
Sopros
[Banda Filarmónica 1.º de Dezembro - Pragança, Serra de Montejunto, Junho de 2009, FF]"Andar sem amor pela vida
é como ir para o combate sem música,
como empreender uma viagem sem um livro,
como fazer-se ao mar sem estrela-guia."
Stendhal
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sexta-feira, 26 de junho de 2009
Confesso
"Sou livre.
Fecho os olhos e penso com toda a minha força na minha nova condição.
Ainda que não esteja bem certo do que significa.
Tudo o que sei é que estou completamente sozinho.
Desterrado numa terra desconhecida, como um explorador solitário sem bússola nem mapa. Será isto a liberdade?
Não sei, confesso, e às tantas desisto de pensar nisso."
Haruki Murakami
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Desconcertos,
Lisboa
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Se uma gaivota viesse...
"Se uma gaivota viesse
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.
(...)
Se um português marinheiro,
dos sete mares andarilho,
fosse quem sabe o primeiro
a contar-me o que inventasse,
se um olhar de novo brilho
no meu olhar se enlaçasse. "
trazer-me o céu de Lisboa
no desenho que fizesse,
nesse céu onde o olhar
é uma asa que não voa,
esmorece e cai no mar.
(...)
Se um português marinheiro,
dos sete mares andarilho,
fosse quem sabe o primeiro
a contar-me o que inventasse,
se um olhar de novo brilho
no meu olhar se enlaçasse. "
Projecto Amália Hoje
domingo, 21 de junho de 2009
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Fragmentos
«Não te curves senão para amar», aconselhava o poeta René Char.
O que poderá fazer então o arquitecto? De um modo simples: medir o
espaço; tirar o medo ao espaço de modo que a resultante seja o edifício
sobre o qual os homens e as mulheres digam, entre si, alto: lá dentro
curvo-me apenas por amor. Se tal suceder eis que o arquitecto não fez apenas
arquitectura, fez/construiu um fragmento do discurso amoroso.
in Narrativas sobre a Arquitectura (não sei o autor)
terça-feira, 16 de junho de 2009
Procissão de Sto. António - Série I
Parece que o Miocárdio é sentido para além Fronteiras.
A pedido de várias famílias via e-mail,
fica aqui a primeira série de fotografias
de uma das mais antigas procissões do Concelho do Cadaval.
Para essas famílias (Estados Unidos da América e Canadá)
o meu muito obrigado pelas vossas palavras.
Ao menos que aqui o Mio, sirva para matar um bocadinho das vossas Saudades Lusitanas.
Um abraço enorme para vocês, aqui bem daqui de mim.
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