domingo, 6 de maio de 2007

Do cais à ribeira... Porto - Série I














[Porto e Gaia, 6 de Maio de 2007, FF]


Esta zona do Porto é simplesmente deliciosa..
Qualquer cidade à beira rio tem um sabor especial.
Um respirar peculiar..
Um qualquer sentido que nos absorve.
Senti o Porto!
E sinto que 'ele' também me sentiu.



Este miocárdio vai directamente
para ti Filipe - Portista anti-Benfas
pelo teu carisma e fabuloso sentido de humor!
E o S. João que nos aguarde eheheh :P

Miocárdio Pedido ao som de Porto Sentido By Rui Veloso

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Deixa-te ir...

[Costa da Caparica, Março 2007, FF]

"Descansa do som no silêncio,

e do silêncio digna-te tornar ao som.

Sozinho, se souberes estar só,

deixa-te ir por vezes até à multidão."

Victor Segalen


Vagabundo este sonoro é teu ;)

sexta-feira, 27 de abril de 2007

IN(certezas)

[Serra de Montejunto, Encosta de Vila Verde, FF]

"Pouco se pode esperar de alguém que só se esforça

quando tem a certeza de vir a ser recompensado."

José Ortega y Gasset


terça-feira, 24 de abril de 2007

Creditada

[México, Março de 2007, FF]

Deixei de procurar consonâncias.

Já não me importo com a singularidade da minha anormalidade.

Assumo por inteiro o nada que sou.

E sorrio.


segunda-feira, 23 de abril de 2007

Mergulho... De quem tem pouco a perder!


[México - Aquário do Mar do Caribe, Março de 2007, FF]


Agarras-te à hora
Em que o tempo não passou
Mergulhas nas cores
Que a loucura te emprestou
E quando te vês para lá do espelho
Encontras a solidão
Descobres o Mundo
De quem tem pouco a perder
E sobes às estrelas
Que ontem não podias ver
E perdes o medo de estar só
No meio do multidão
Tradições Atrás de contradições
Fizeram-te abrir os olhos
Podes dizer:
Eu... sou...

Jorge Palma

sexta-feira, 20 de abril de 2007

Momentos

[Ericeira, FF]

Não tem que haver motivos para tudo.

Nem tudo tem que ter um motivo.

O que tem que existir são momentos.

A minha sincera opinião?

A vida não é o tempo que vivemos..

Mas, o que vivemos com esse mesmo tempo!


quarta-feira, 18 de abril de 2007

Sagacidade

[FIESA - Cidade de Areia, Pera - Algarve, 2006, FF]

Os olhos podem mostrar quase tudo.

Mas, apenas o OLHAR pode revelar esse tudo que falta.

E é nesse tudo que falta...

Que a sagacidade da serpente se revela.


terça-feira, 17 de abril de 2007

Sem título.

[México, Março de 2007, FF]

Gosto de música.
Não gosto que me dêem música.



sexta-feira, 13 de abril de 2007

É. Gosto!

[Cabo Carveiro, FF]
Procuramos um farol.
Uma qualquer luz, num qualquer penhasco.
Não adianta..
De que vale procurarmos algo, de cabeça baixa?
De que vale os olhos fuscos?
Não temos que procurar.
Temos que sentir, sim! Que podemos perder tudo.
Mas, se nada temos... então, também não perdemos nada...
É o risco do penhasco.
É o risco do sentir.
É o risco de respirar.
Não premedito a minha respiração.
Gosto quando me falta o ar!
É.
Gosto!
E quando não o há.. aí sim, há que procurar a falta dele!

quarta-feira, 11 de abril de 2007

México Série IV - Tulum, Mar das Caraíbas





















[Tulum - México, Março de 2007, FF]
Os Mayas participavam no circuito comercial que abrangia todo o centro do México até ás Honduras, navengando nas baías, enseadas, rios, lagoas e estuários.
Com as suas embarcações - canoas - resistiam ás turbulências do mar aberto, procurando manterem-se sempre pela costa como medida de protecção.
Neste circuito comercial, Tulum foi um importante porto costeiro, que servia de 'ponte' para com o comércio terreste e marítimo.
(Ver na Série III o texto sobre os Templos)

terça-feira, 10 de abril de 2007

Que continues sempre a sorrir...

[Montejunto - Pragança, FF]

"Sabes, quem não acredita em Deus, acredita nestas coisas, que tem como evidentes. Acredita na eternidade das pedras e não na dos sentimentos; acredita na integridade da água, do vento, das estrelas. Eu acredito na continuidade das coisas que amamos, acredito que para sempre ouviremos o som da água no rio onde tantas vezes mergulhámos a cara, para sempre passaremos pela sombra da árvore onde tantas vezes parámos, para sempre seremos a brisa que entra e passeia pela casa, para sempre deslizaremos através do silêncio das noites quietas em que tantas vezes olhámos o céu e interrogámos o seu sentido. Nisto eu acredito: na veemência destas coisas sem princípio nem fim, na verdade dos sentimentos nunca traídos.E a tua voz ouço-a agora, vinda de longe, como o som do mar imaginado dentro de um búzio. Vejo-te através da espuma quebrada na areia das praias, num mar de Setembro, com cheiro a algas e a iodo.

E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas ilusões de que tudo podia ser meu pra sempre. "

Miguel Sousa Tavares

segunda-feira, 9 de abril de 2007

México Série III - Tulum, Mar das Caraíbas


















[México - Tulum, Março de 2007, FF]

Tulum é uma importante cidade Maia, 130 kms a sul de Cancún. É por muitos considerada a mais bonita cidade Maia, talvez porque o complexo arqueológico fica mesmo junto ao Mar das Caraíbas criando assim um contraste fabuloso entre a água azul turquesa e os pequenos penhascos onde se elevam as ruínas Maias por entre palmeiras e até uma pequena praia de areia branca onde se pode mergulhar no mar azul durante a visita.A antiga cidade Maia está protegida por 3 muralhas (uma das faces está protegida pelo mar) de 5 metros de altura. Entrando nas ruínas pode ver-se em frente o Castillo que se impõe com proeminência num rochedo sobre o mar e de onde se tem uma vista magnífica em todas as direcções. No Templo de los Frescos pode observar-se no interior murais parcialmente restaurados que ilustram deuses Maias. Nos cantos da galeria em redor do templo estão esculpidas máscaras de Chac ou talvez do deus criador Itzamna. À esquerda da praça que antecede o Castillo, fica o Templo del Dios Descendente. Do lado oposto fica o Templo de Las Series Iniciales.
[Amanhã série IV, onde se poderá visualisar os restantes templos]

sábado, 7 de abril de 2007

GARRA

[México, Março de 2007, FF]

"O mais vulgar dos absurdos
é não aceitarmos os meios para atingirmos aquilo que queremos."
... E na maior parte das vezes não aceitarmos aquilo que queremos
com garra e atitude.
Da passividade não reza a história.
É necessário garra,
muita GARRA para construir seja o que for.

quinta-feira, 5 de abril de 2007

....

[México, Março de 2007, FF]
Há momentos que apenas bastava umas cavalitas
para que tudo corresse um pouco melhor.
Um colo.