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domingo, 31 de janeiro de 2010

Grito

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[Porto, 31 de Janeiro de 2010, FF]

"O hábito é que me faz suportar a vida. Às vezes acordo com este grito: - A morte! A morte! - e debalde arredo o estúpido aguilhão. Choro sobre mim mesmo como sobre um sepulcro vazio. Oh! Como a vida pesa, como este único minuto com a morte pela eternidade pesa! Como a vida esplêndida é aborrecida e inútil! Não se passa nada, não se passa nada. Todos os dias dizemos as mesmas palavras, cumprimentamos com o mesmo sorriso e fazemos as mesmas mesuras. Petrificam-se os hábitos lentamente acumulados. O tempo mói: mói a ambição e o fel e torna as figuras grotescas."

Raúl Brandão in Húmus

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Legenda. Procura-se.

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[Estação de Comboios - Campanhã, 2009, FF]

"Á espera de ti..."
ou
"Á espera que a vida passe, sem doer..."

by Magia http://amagiadaspalavras.blogspot.com/

"Procura-se.
(..) A Espera, ou A Partida.(...)Fazendo um sonhar entre mãos que depois não vem comigo quando parto, fica nos lugares onde me sento. Quando lá volto há esse voltar a sonhar à minha espera."
"

by Canto Turdus Merula

"Nunca mais a quero ver..."

(desilusão)

by jc http://temposeandamentos.wordpress.com/

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Frescura

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[Porto, 2009, FF]

"Nada de grande se faz sem sonho."
Ernest Renan

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Partida | Chegada

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[Porto, 2009, FF]

"A viagem pode ser uma das formas mais satisfatórias de introspecção."
Lawrence Durrell

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Destino

[Porto - Estação de S. Bento, 30 de Agosto de 2009, FF]

"Às vezes eu pensava em ti (...). Pensava o que seria feito de ti, se terias acabado o curso, se terias um trabalho, se terias emigrado, se te terias casado (se terias filhos....). Pensava, mas sem pensar muito. Cada um de nós segueria a sua vida e elas eram em tudo diferentes: os amigos, o trabalho, os lugares por onde andávamos, mais de meia geração a separar-nos. Lá longe, isso não fez assim tanta diferença, mas aqui fazia toda. (....) Tirando o silêncio, a solidão e o espaço, tirando o tempo gasto nisso, todo o resto do tempo que não fosse passado a construir coisas novas parecia-me um desperdício de vida. Consumia-me uma febre insana de caminhar sempre em frente, ao mesmo tempo que tentava preservar, como coisa preciosa, a memória de todos os dias felizes que tinham ficado para trás. (...)."
Miguel Sousa Tavares in No teu deserto - Quase Romance

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Porto de Abrigo

[Algures no Rio Douro, 2009, FF]
Porque existem pessoas que são verdadeiros portos de abrigo.
Como que pontes. Entre uma lágrima e um sorriso.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Ser carácter



[Porto, 2009, FF]

"Toda a obra de um homem, seja em literatura, música, pintura, arquitectura
ou em qualquer outra coisa, é sempre um auto-retrato;
e quanto mais ele se tentar esconder,
mais o seu carácter se revelará, contra a sua vontade."
Samuel Butler

quarta-feira, 12 de agosto de 2009


[Porto, perto da Estação de São Bento, 2009, FF]

Nunca umas férias vieram em tão má altura.
.
O trabalho distrai o coração.
.
E reabilita o cansaço.
De tantas.
Saudades.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Silêncio[s]


[Rotunda da Boavista, Porto, Num destes dias, FF]

Gosto destas folhas. Com cheiro a Outono em pleno Verão. Gosto da sua dança. Das suas formas. Cores. Balançar. Gosto de ficar sentada. A sentir aquele rodopiar. O silêncio. A harmonia. E só assim. E é só assim. Ficar. Silêncio.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Porto by day








[Porto, Junho de 2009, FF]
Clicares para a Putty Cat http://oladobdalua.blogspot.com/
Porque eu não me esqueci que estiveste lá e não me deste um abraço ;)
Para ti o teu e já meu Porto.

domingo, 28 de junho de 2009

Porto by night









[Porto, 27 de Junho de 2009, FF]

Passei os olhos pelo jornal
Tomei un golo do meu café
E num gesto decidido pus-me de pé
Não tinha pressa nenhuma
Ninguém ficava a minha espera
Deixei na mesa algum trocado
E arrumei a cadeira
Saí então para rua
E fui para casa de autocarro
Desci na primeira paragem
Para acender mais um cigarro
Falei com toda a gente
Ouvi vários testemunhos
Tomei os meus apontamentos
E escrevi uns gatafunhos
Horas mais tardes, passeios
Vão-se despindo de gente
E uma luz pálida e serena
Deixa a cidade doente
Caí finalmente a noite
E um silêncio sem fim
Pouso a cabeça no travesseiro

A Lua olha por mim.
A Lua olha por mim by Classificados (sonoro aqui)